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sábado, 14 de dezembro de 2019

Minas Gerais - Lixões e aterros sanitários: um desafio permanente na vida dos brasileiros


Tecnologia japonesa é alternativa sustentável para descarte adequado dos resíduos, por meio de triagem do material a ser tratado, e destaca a importância das associações catadores na reciclagem do lixo

A falta de destinação adequada do lixo é um problema comum em grande parte das cidades brasileiras, basta olhar para lado que não será difícil encontrar lixo espalhado pelas ruas. Apesar de todo o esforço e do trabalho árduo das equipes de limpeza, a falta de educação da população contribui para acúmulo de lixo, que gera impactos negativos em toda a cadeia ambiental, social e econômica. Essa situação está no cotidiano de todos, mas para onde vai todo o lixo que descartado diariamente? Essa pergunta é cheia de indagações e em muitos casos, sem uma resposta adequada.

Mais do que conscientizar a população sobre a importância do descarte adequado do lixo, é preciso que poder público invista ainda mais em medidas que erradiquem os famosos lixões. Ao todo, são três mil que podem ser encontrados em boa parte das cidades brasileiras, contaminado a água e o solo. Com esse objetivo, o Governo Federal instituiu, em 2010, a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). Completados nove anos da promulgação da lei, pouco se avançou para conseguir alcançar as diretrizes estipuladas.

A destinação inteligente de resíduos orgânicos é uma das regras que já deveria estar em vigor e, assim, destinar para os aterros sanitários apenas os rejeitos materiais que não podem ser aproveitados, como embalagens de alumínio e fraldas descartáveis. Nos lixões, os resíduos são depositados em aterros a céu aberto sem nenhum controle ambiental ou tratamento. Além de produzir o gás natural metano, um dos agravadores do efeito estufa, a decomposição da matéria orgânica gera o caldo chorume, altamente poluente.

O problema também ganha contornos econômicos e sociais, pois muitas pessoas tiram seu sustento desses locais insalubres, recolhendo o lixo para reaproveitar os materiais, sujeitando-se a contaminação e doenças. Já nos aterros os resíduos são compactados e cobertos por terra. Terrenos assim têm sistema de drenagem que captam líquidos e gases resultantes da decomposição dos resíduos orgânicos. Desta forma, o solo e o lençol freático ficam protegidos da contaminação do chorume, e o metano é coletado para armazenagem e queima.

Tecnologia aliada às associações de reciclagem

Recentemente uma tecnologia japonesa tem sido considerada a melhor opção para o tratamento de resíduos sólidos urbanos, industriais, de agronegócio e hospitalar. Reduz em até 95% o volume dos resíduos e está totalmente dentro das normas ambientais. 

Chamada de “DTRO5”, trata-se de um equipamento de grande porte (6 toneladas) para decomposição de resíduos por meio de plasma frio, que pode integrar uma Usina de Tratamento de Resíduos Urbanos. Funciona com a presença de oxigênio e dispensa totalmente a utilização de lixões, que já foram proibidos desde 2010.

A tecnologia tem capacidade para tratar 210 kg de lixo por hora e apenas uma máquina atende, por exemplo, as necessidades de um município de até 20 mil habitantes. Vale ressaltar que é feita a triagem de todo o resíduo antes de dar entrada no maquinário, o que torna indispensável a colaboração de Associações de Catadores de Papel. 


Segundo o CEO da Direção Máquinas e Equipamentos, Fred Couto, que importou a tecnologia, trata-se de uma solução amplamente utilizada no Japão, país 22,5 vezes menor que o Brasil e que precisou desenvolver tecnologias avançadas de reciclagem e tratamento de resíduos. “O equipamento não utiliza combustíveis ou fonte de energia externa para o processo de tratamento do lixo, possui tecnologia totalmente testada e aprovada pelos órgãos ambientais não necessita de mão de obra especializada para operação, além de contar com linhas de financiamento do BNDES”, esclarece.



Entre os diferenciais técnicos da máquina está a redução do volume de resíduo em 95%, além de não utilizar combustíveis ou fontes de energia externa para o processo de tratamento. Ou seja: o lixo é o próprio combustível e 100% da matéria resultante é aproveitável e pode ser usado como adubos, insumos para cimenteiras, fabricação de bloquetes, entre outros. Vidros e metais são reaproveitados e vendidos como material reciclado. A utilização da máquina possibilita ainda o tratamento do Passivo Ambiental de Resíduo Urbano, localizado em aterros irregulares ou desativados. 

Exemplo que veio do oriente

Junto com o crescimento econômico do país, o Japão se viu diante do desafio de encontrar um destino adequado para o lixo. Por meio da implantação de uma série de iniciativas, o país é um dos mais avançados nesse campo e aposta na conscientização da população para diminuir a produção de lixo. Com diversas usinas de tratamento espalhadas por todo território japonês, os moradores já separam em casa o que é orgânico do que é reciclável. Os caminhões fazem a coleta e cada um traz um tipo de lixo, que é tratado de forma diferente. Além dos materiais reciclados, que são separados, embalados e limpos, e estão prontos para serem vendidos para os centros de reciclagem.

No Brasil, os estados de Alagoas, Rio de Janeiro e Santa Catarina conseguiram eliminar os lixões e estão adotando medidas sanitárias que garantem o descarte e o tratamento adequado do lixo. Já Minas Gerais vive uma situação crítica e ocupa o terceiro lugar no ranking dos estados com mais lixões no Brasil, atrás da Bahia e Maranhão. Segundo o levantamento feito pela Fundação Estadual do Meio Ambiente (FEAM), em 2017, 60,08% da população urbana era atendida por sistemas de destinação final de resíduos sólidos urbanos regularizados ambientalmente. Para combater esse cenário, fundação a investe no programa Minas sem Lixões, que visa a adoção de metodologias e práticas a fim de mitigar os lixões e orientar os municípios a realizarem o descarte adequado dos resíduos.

Fonte: Viver Comunicação e Marketing

Minas Gerais - Mori Energia aprova emissão de R$ 300 milhões em debêntures

A Mori Energia Holding concluiu a emissão de R$ 300 milhões em debêntures não conversíveis em ações. A empresa desenvolve e implanta ativos ligados à geração distribuída por fonte de energia renovável, primordialmente usinas solares fotovoltaicas.

O responsável pela coordenação da 1ª emissão de debêntures da Mori Energia foi o Banco Bradesco BBI S.A. Os recursos captados com a Emissão serão destinados à construção, à implantação e ao desenvolvimento de projetos de geração de energia solar distribuída que juntos terão capacidade instalada total de 129MWac. Os projetos estão sendo desenvolvidos no estado de Minas Gerais – 32 usinas fotovoltaicas nas cidades de Bocaiúva, Bonfinópolis, Brasilândia, Corinto, Francisco Sá, Janaúba, Lagoa Grande, Lontra, Manga, Mato Verde, Mirabela, Paracatu, Pirapora e Porteirinha.

 “A magnitude desta operação reforça o compromisso da Mori com Minas Gerais, realizando investimentos importantes que vão fomentar o desenvolvimento econômico, gerar empregos e democratizar o acesso a energia solar”, destaca o presidente da Mori, Bruno Shiraga. 

De acordo com Ralph Rosenberg, sócio fundador da Perfin Asset Management e parceiro investidor da Mori Energia, o grupo está satisfeito em concluir essa operação com uma instituição sólida como o Bradesco. “A Mori atua em um mercado novo, promissor e dispõe de recursos humanos, técnicos e financeiros para ter êxito em seus desafios”, enfatiza.

“O Banco Bradesco assegurou a emissão da Mori Energia, na qualidade de coordenador líder, prestando garantia firme, para a captação de recursos destinados a atividades relacionadas à construção, implantação e desenvolvimento dos projetos de geração de energia solar distribuída”, afirma Fernando Guimarães do Bradesco BBI.

Sobre a Mori
A Mori Energia, em parceria com a Cemig Sim, está implantando o maior projeto de geração distribuída do Brasil. Até 2020, serão implementadas 32 usinas solares fotovoltaicas. Juntas, as usinas terão potência instalada de 150 MW, gerando 300 Gigawatts/hora-ano de energia limpa e renovável. Para efeito de comparação, essa energia equivale a abastecer 1,7 milhão de residências, ou seja, duas vezes o tamanho de uma cidade do porte de Belo Horizonte.
Fonte: Link Comunicação

Curitiba - Animais de rua ganham casinhas, ração e cuidados

Projeto de alunos de Curitiba arrecada doações para entidades de proteção animal

Acreditando no altruísmo como um importante agente motivador para a melhoria da sociedade, uma turma de 1° ano do Colégio Marista Santa Maria, em Curitiba (PR), se uniu para conseguir doações a entidades de proteção animal. Para contribuir com a causa, as crianças conseguiram casinhas para cachorros de rua, arrecadaram pacotes de ração e tampinhas de plástico para o projeto “Tampinha do Bem”. Os estudantes também vão realizar um bazar com produtos confeccionados por eles.

A iniciativa partiu do Projeto de Intervenção Social (PIS) desenvolvido pela turma com o tema “Como ajudar os animais?”. A professora responsável, Grazielle Tallar Triaquim, conta que os estudantes se envolveram com a temática quando começaram a pesquisar sobre pessoas que mudaram o mundo. “Eles se perguntaram de que forma poderiam contribuir para melhorar a sociedade e decidiram que a causa animal poderia ser um bom começo”, ressalta a professora.
Uma das ações propostas é a arrecadação de tampinhas plásticas para o “Tampinha do Bem”, projeto que arrecada e vende o material, cuja renda é revertida para a castração de animais resgatados. Para reunir as tampinhas, as crianças disponibilizaram uma cesta para receber as tampinhas e conseguiram arrecadar mais de 25 mil unidades. A iniciativa é um braço da Associação Ajude Focinhos, sediada em Curitiba, que recupera cães abandonados e os encaminha para adoção.

Outra iniciativa é a doação de oito casinhas de cachorro para acolher animais que moram nas ruas da capital. O objetivo é oferecer um local de acolhimento para a chuva e o frio. Confeccionadas em madeira, as casinhas serão pintadas pelas crianças e, posteriormente, destinadas para a Ong Aumigão, que as irá distribuir em locais estratégicos da cidade.
Por fim, está sendo organizado um bazar de final de ano, cujo valor arrecadado será destinado à Ong Tomba Lata. O evento, que será realizado do dia 2 a 6 de dezembro, vai disponibilizar canecas, camisetas, carrinhos de papelão e lunetas confeccionados pelas crianças. Elas também personalizaram azulejos e potes de cerâmica. O bazar será aberto às famílias e à comunidade escolar.
Sobre a Rede Marista de Colégios: A Rede Marista de Colégios (RMC) está presente no Distrito Federal, Goiás, Paraná, Santa Catarina e São Paulo com 18 unidades. Nelas, os mais de 25 mil alunos recebem formação integral, composta pela tradição dos valores Maristas e pela excelência acadêmica. Por meio de propostas pedagógicas diferenciadas, crianças e jovens desenvolvem conhecimento, pensamento crítico, autonomia e se tornam mais preparados para viver em uma sociedade em constante transformação. Saiba mais em www.colegiosmaristas.com.br.

Fonte: PG1Comunicação

Os contaminantes emergentes – o que os olhos não veem e o corpo todo pode sentir

Vivemos um momento bastante desafiador para as questões ambientais. Atualmente extraímos matérias-primas, processamos, consumimos e descartamos em velocidade cada vez maior, de maneira que a poluição já faz parte do nosso dia a dia. A maior parte dessa poluição chega aos nossos rios e reservatórios, comprometendo a disponibilidade desses recursos essenciais à nossa sobrevivência.

Recursos hídricos repletos de lixo costumam fazer parte do cenário de grandes centros urbanos. Essa situação é tão comum que basta uma pesquisa rápida na internet pela expressão “rio poluído”, que imediatamente interpretamos um rio poluído como sinônimo de plásticos, utensílios domésticos, roupas e inúmeros outros itens que são descartados e ficam flutuando de acordo com a correnteza das águas. Entretanto, há uma poluição que não conseguimos enxergar, de modo que até mesmo ambientes aparentemente limpos podem esconder grandes perigos à nossa saúde.

É nesse contexto que as discussões sobre os contaminantes emergentes ganharam força nos últimos anos. Esses contaminantes são um grande grupo de compostos químicos sintéticos e que foram recentemente descritos, graças ao aperfeiçoamento em técnicas de análise. Ainda não há uma regulamentação para essas substâncias. Entretanto, diversos estudos apontam efeitos em organismos quando há uma exposição prolongada a elas, mesmo que estejam em concentrações reduzidas.

São enquadrados como contaminantes emergentes, em ambientes aquáticos, os fármacos, os agrotóxicos, as drogas ilícitas, produtos de higiene, os microplásticos, as cianotoxinas, dentre diversas outras substâncias que chegam ao ambiente aquático através do esgoto ou da poluição no entorno dos recursos hídricos. A característica comum entre esse grupo de compostos é que eles se encontram em baixíssimas concentrações no ambiente e não são completamente removidos pelos sistemas convencionais de tratamento.

Os efeitos em nosso organismo ainda são uma incógnita. No entanto, é crescente o número de estudos que relacionam a exposição a essas substâncias com problemas como alergias, intolerâncias alimentares, alterações no nosso sistema endócrino (responsável pela produção de diversos hormônios) e, até mesmo, o desenvolvimento de câncer.

Apesar de invisíveis a nossos olhos, os contaminantes emergentes estão presentes nos ambientes e na água que ingerimos diariamente. O desenvolvimento de métodos de tratamento da água mais efetivos é fundamental para minimizar os riscos associados a essas substâncias. Para que isso seja possível, é necessário aperfeiçoar e universalizar o acesso ao saneamento ambiental implementando sistemas de tratamento de esgoto mais efetivos. Outra questão importante é a educação ambiental, pois grande parte dos contaminantes emergentes que chegam ao ambiente aquático são o resultado de descarte incorreto de medicamentos, uso abusivo de agrotóxicos e a falta de ligação das residências com a rede coletora de esgoto.

Augusto Lima da Silveira – coordenador do Curso Superior de Tecnologia em Saneamento Ambiental do Centro Universitário Internacional Uninter.

Fonte: Página 1 Comunicação

quinta-feira, 26 de setembro de 2019

Sesc PR realiza neste domingo a 12ª Maratona Internacional de Foz do Iguaçu Sesc PR

Largadas da Maratona e do Revezamento iniciam a partir das 6h, no Mirante do Vertedouro da Itaipu Binacional; A chegada de todos os atletas e a premiação ocorrem dentro do Parque Nacional do Iguaçu
Foto: Ivo Lima
A partir das 6 horas da manhã deste domingo (29), têm início as largadas da 12ª Maratona Internacional de Foz do Iguaçu. Neste ano a prova recebe aproximadamente três mil atletas vindos de diferentes estados brasileiros, e de países como Argentina, Paraguai, Uruguai, Quênia, Etiópia, Tailândia, Alemanha, Estados Unidos, entre outros.
Mais de mil atletas percorrerão os 42.195m do trajeto que tem início ao lado do mirante do vertedouro da Itaipu Binacional; 459 corredores participarão da maratona de revezamento e mais de 1.600 atletas largarão para a prova dos 11,5km, no portão do Parque Nacional do Iguaçu. A chegada de todos os atletas será dentro do parque. O tempo máximo para a prova é de seis horas.
Em todo o percurso, aferido pela Confederação Brasileira de Atletismo, os atletas terão à disposição postos de atendimento médico, distribuição de água, banheiros químicos, frutas e isotônicos, além de placas de sinalização e policiamento.
A Maratona Internacional de Foz do Iguaçu é uma iniciativa do Sesc PR, da Prefeitura de Foz do Iguaçu, com apoio do Sindicato Patronal do Comércio Varejista de Foz do Iguaçu, da Câmara da Mulher Empreendedora e Gestora de Negócios de Foz do Iguaçu, Itaipu Binacional e Parque Nacional do Iguaçu. O evento recebe promoção da RPC e patrocínio da Caixa Econômica Federal.
Avenidas parcialmente interditadas
Durante a realização da prova, algumas avenidas de Foz do Iguaçu serão parcialmente interditas para a segurança dos atletas, no período de 5h30 às 13h. São elas:
  • Avenida Tancredo Neves
    · Avenida Juscelino Kubitschek
    · Avenida República Argentina
    · Avenida Brasil
    · Avenida Jorge Schimmelpfeng
    · Avenida das Cataratas
A organização da prova alerta que como o trânsito funcionará em sistema de barreira com um lado da via liberado de cada vez. O trânsito ficará mais lento, sugerindo desta forma que os passageiros do aeroporto e trabalhadores do entorno antecipem-se aos seus horários, pois não há rota alternativa.
Parque Nacional do Iguaçu
O Parque Nacional do Iguaçu abrirá o atendimento para visitação turística no domingo, 29 de setembro, a partir das 12h. O atendimento aos visitantes seguirá até às 17h. Durante toda a manhã de domingo, o parque estará aberto, exclusivamente, para a Maratona Internacional de Foz do Iguaçu Sesc PR. 
Para os corredores, familiares e pessoas que quiserem acompanhar a chegada da corrida internacional, a unidade atenderá das 5 horas às 5h50, com serviço de estacionamento, bilheteria e transporte. Após esse horário, os serviços de bilheteria e de transporte serão retomados somente a partir das 12 horas. 
Credenciamento de Imprensa
O credenciamento para a imprensa e para fotógrafos é obrigatório, deverá ser feito pelo e-mail jornalismo@fecomerciopr.com.br e está sujeito à aprovação. Para realizar o credenciamento é necessário apresentar documento oficial com foto e comprovar vínculo com algum veículo de comunicação, além de informar os dados relacionados abaixo:
Nome completo:
Data de nascimento:
RG:
CPF:
Nome da mãe:
Veículo de imprensa:
A entrega das credenciais será feira no sábado (28), das 9h às 16h, na Sala de Imprensa, na Unidade do Sesc Foz do Iguaçu (Av. Tancredo Neves, 222 Vila - A1). Para mais informações: (41) 3304-2020 | (41) 99677-4779.
Fonte: Ascom Sesc PR

São Paulo - Consumidor do varejo busca por marcas sustentáveis


Na mesma direção, empresas estão engajadas em oferecer produtos e serviços ecológicos, além de ações focadas na preservação do meio ambiente

A preservação do meio ambiente ganhou merecida visibilidade e se tornou um dos assuntos mais importantes da atualidade. No varejo não é diferente e muitos consumidores procuram por empresas que respeitem e contribuam para a sustentabilidade no mercado. Um estudo global da consultoria Gfk aponta que 76% dos consumidores esperam que as marcas sejam comprometidas ecologicamente. Além disso, outra exigência é que as marcas tenham a obrigação moral de respeitar o meio ambiente, segundo 28% dos cidadãos.
Para a diretora executiva do Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo (IBEVAR), Patricia Cotti, o perfil do consumidor mudou muito e ele está mais exigente com o consome. “Hoje, ele está mais consciente e procura marcas e produtos que, além de oferecerem qualidade, respeitem e até beneficiem o meio ambiente. A preservação ecológica ganhou muito destaque nos últimos tempos e é normal que os consumidores também criem esse comprometimento”, comenta a diretora.
Na mesma direção, as marcas percebem a mudança no perfil do consumidor e no modo de fazer negócio, e passam a entregar produtos e serviços mais sustentáveis. Essa prática aumenta a confiança na marca, fideliza o consumidor, fazendo com que ele volte outras vezes para adquirir determinado produto, pois sabe que é ecologicamente correto, e, consequentemente, contribui para o crescimento das vendas.
Muitas varejistas usam métricas de benchmark de sustentabilidade como referência para adotar boas práticas de preservação do meio ambiente. Deste modo, conseguem desenvolver operações mais assertivas nas lojas da marca, contribuindo para um setor comercial mais limpo e sustentável. Marcas como a Adidas, por exemplo, trabalham com garrafas de plásticos recicladas na produção de tênis de corrida. Já no segmento de hiper e supermercados, redes como Pão de Açúcar e Carrefour dispõe de sacolas ecológicas reutilizáveis, as famosas ecobags, que visam reduzir o uso das plásticas.
“Para fidelizar o consumidor e criar esse ciclo de confiança, a marca precisa apresentar práticas que realmente mostrem ao consumidor que eles estão do mesmo lado, trabalhando juntos e que possuem o mesmo objetivo”, finaliza Patricia.

Sobre o IBEVAR
O IBEVAR – Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo – é uma instituição sem fins lucrativos, que se propõe a produzir conteúdo no setor de Varejo & Consumo, promover networking entre executivos que atuam nessa área e gerar negócios entre os participantes. O IBEVAR atua em conjunto com o PROVAR/FIA no desenvolvimento dos executivos de varejo. www.ibevar.org.br

Fonte: Doizotocom

SP/RJ - Índice Mundial de Sustentabilidade Dow Jones contempla Grupo Generali pelo segundo ano consecutivo

A Generali, única seguradora italiana a fazer parte do Índice Mundial de Sustentabilidade Dow Jones, foi confirmada pelo segundo ano consecutivo na lista e incluída no Índice Europeu de Sustentabilidade Dow Jones, que reúne apenas os primeiros 20% da classificação de empresas líderes em termos de sustentabilidade na Europa.
O Índice Mundial de Sustentabilidade Dow Jones, lançado em 1999 como referência global de sustentabilidade, acompanha as principais empresas voltadas para a sustentabilidade, com base na análise financeira do RobecoSAM, fatores ambientais, sociais e de governança (ESG) relevantes e os DJI da S&P.
Esse importante reconhecimento é uma prova do compromisso do Grupo com a sustentabilidade mundial, que desempenha um papel fundamental para o crescimento da seguradora na estratégia Generali 2021.
Alguns exemplos de iniciativas do Grupo Generali nesse setor incluem:
  • compromisso de alocar € 4,5 bilhões até 2021 em investimentos verdes e sustentáveis;
  • aumentar o número de produtos com impactos sociais, sem ferir o meio ambiente;
  • Programa Responsabilidade do consumidor para atender às expectativas de sustentabilidade dos consumidores;
  • prêmio Enterprise para PMEs sustentáveis.
Além da Generali, outras 316 empresas compõem o movimento e a participação da seguradora se deve ao reconhecimento da sua capacidade em garantir o compromisso permanente com o desenvolvimento da sustentabilidade, da gestão responsável do negócio e engajamento de seus stakeholders.
“Ter a permanência da Generali no Índice Mundial de Sustentabilidade Dow Jones e a sua inclusão no Índice Europeu de Sustentabilidade Down Jones é a garantia de que estamos trabalhando e pensando de forma certa em um mundo mais sustentável”, comenta Philippe Donnet, CEO do Grupo Generali. “É através do reconhecimento dos nossos esforços em termos de Sustentabilidade que demonstramos a eficácia de nossa estratégia de longo prazo. Isso reflete a importância que damos aos valores atribuídos em nossa Carta de Compromisso de Sustentabilidade, presentes no dia a dia do nosso grupo”, finalizou.

Sobre o Grupo Generali
A Generali é um dos maiores grupos globais de gestão de ativos e seguros. Fundada em 1831, está presente em 50 países no mundo, com uma receita total de prêmios de mais de € 66 bilhões em 2018. Com quase 71.000 funcionários e 61 milhões de clientes, tem uma posição de liderança na Europa e presença crescente na Ásia e na América Latina. O Grupo Generali pretende ser o parceiro vitalício de seus clientes, oferecendo soluções inovadoras e personalizadas graças a uma inigualável rede de distribuição.

Fonte: Spin