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terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

São Paulo - Opinião - Sustentabilidade na estratégia de negócios: possibilidades para o setor de construção civil


Satisfazer as necessidades do presente sem comprometer a capacidade de que futuras gerações tenham suas próprias necessidades atendidas. Em 1987, a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento da ONU já alertava para as diretrizes do chamado Desenvolvimento Sustentável. Essa visão antecipava o que viria a ser a Sustentabilidade aplicada à maneira como interagimos com nosso contexto cotidiano, através das relações de consumo e hábitos diários.
Visando atingir à fatia do mercado interessada em gerar menor impacto, empresas iniciaram o movimento de relampejar processos, produtos e inovações que atendessem à necessidade de seus consumidores sem perder de vista a sustentabilidade de seus próprios negócios. Um exemplo que tomou conta dos noticiários nos últimos anos foi a Tesla, que revolucionou o mercado com veículos elétricos com preços acessíveis à população. Apesar da distância entre os números de produção, venda e faturamento em comparação à produção de montadoras de veículos tradicionais, a empresa se tornou a fabricante de automóveis norte-americana mais valiosa na visão de acionistas.
A incorporação da sustentabilidade aos negócios traz inúmeras vantagens às empresas pela valorização da imagem e reputação, respostas a investidores, acesso a mercados e inovação em produtos, além de gerar benefícios ao consumidor final e, em maior escala, à perenidade socioambiental.
Um dos setores mais tradicionais no Brasil, a Construção Civil, tem se rendido às inovações e possibilidades através das chamadas Tecnologias Sustentáveis. Entre os especialistas, o termo Bioconstrução já é vocábulo conhecido e traz possibilidades de construções de baixo custo, menor impacto ambiental e maior acesso social.
O Centro de Educação para a Sustentabilidade (CES) Alphaville, fruto de parceria entre a Fundação Alphaville e a Prefeitura Municipal de Santana de Parnaíba, foi inteiramente construído com essa proposta. O espaço, bioconstruído em 2008, foi o primeiro centro de educação para sustentabilidade do país e tem em sua estrutura a demonstração de diversas técnicas de construções sustentáveis. O prédio foi desenvolvido com arquitetura de baixo impacto ambiental, visando a eficiência energética e aproveitamento de recursos naturais, ocupa 288m² de um terreno de 800m², sendo a área restante composta por região de preservação que é utilizada para educação ambiental dos visitantes do espaço.
Na construção, três tipos de bambu foram utilizados,, por ser um material extremamente versátil e resistente, e a estrutura foi completada utilizando técnicas de construção com terra, como pau a pique, cordwood e esterilha. Além disso, o centro conta com telhado verde, que mantém o ambiente climatizado e possibilita a recuperação da água da chuva, energia eólica e ainda faz parte de um biossistema integrado, o que significa que materiais que normalmente seriam rejeitados são reaproveitados em novos processos. Vidros reciclados, pisos de pneu, mobiliário de madeira de demolição ou certificadas, compõem a organização do espaço.
No final do ano passado, o local recebeu a visita de Salvador Benevides, Superintendente do Comitê Brasileiro (CB-002) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), Guilherme Korte e Gustavo Paulo Gonçalves de Oliveira, da Associação Brasileira dos Produtores de Bambu, a fim de conhecer a estrutura do centro de educação, considerado referência em estruturas de bambu.
Com proposta rústica, o CES Alphaville foi construído em sistema de mutirão e trouxe referenciais tradicionais para sua construção, o que resgata a origem e a simplicidade dos processos e materiais utilizados; mas inovação, criatividade e acabamentos finos são desdobramentos destas tecnologias que a cada dia ganham mais espaços nas grandes metrópoles.

Por Ricardo Moreira Benitez, coordenador de sustentabilidade da Fundação Alphaville e do CES Alphaville.
Fonte: máquinacohn&wolfe | dig deeper. imagine more

São Paulo - Especialistas de Mobilidade, Sustentabilidade e Conectividade abordam o design para Cidades do Futuro em curso do IED

Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU, ISO de comunidades sustentáveis, transportes inteligentes, Big Data e Inteligência Artificial serão algumas das temáticas abordadas
Espaço IED São Paulo

São Paulo, fevereiro de 2018 - A tecnologia da informação e a internet mudaram definitivamente o design e o modo de viver nas cidades. Se potencializarmos a utilização dessas ferramentas no contexto urbano, temos a oportunidade de influenciar efetivamente a construção de cidades mais inteligentes, sustentáveis e inclusivas.

Foi a partir dessa constatação, que o CTE decidiu contribuir com o desenvolvimento do curso de um ano “Smart Cities: Design para Cidades do Futuro” promovido pelo Istituto Europeo di Design de São Paulo (IED-SP), que está com matrículas abertas para início em abril de 2018.

Para Myriam Tschiptschin, Líder do Núcleo de Smart Cities e Infraestrutura Sustentável do CTE, que através da parceria passou a ser coordenadora do curso no IED, o objetivo principal do plano de estudos desenvolvido foi juntar especialistas das áreas de Mobilidade, Sustentabilidade e Conectividade para que o aluno tenha uma compreensão holística das cidades e que seja capaz de participar ativamente de projetos de cidades do futuro. Cidades em que haja uma utilização mais inteligente de recursos, com uma maior eficiência operacional, mais inclusivas e que proporcionem melhor qualidade de vida para os seus habitantes.

O módulo de Sustentabilidade será pautado pelos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU, pela nova ISO de comunidades sustentáveis, bem como pelos referenciais técnicos das certificações ambientais de urbanismo sustentável. O módulo de Mobilidade irá trazer os conceitos mais inovadores no que diz respeito aos modais sustentáveis e a transportes inteligentes. E o eixo Conectividade terá disciplinas ligadas aos temas de Big Data, Inteligência Artificial, Internet das Coisas e de como essas tecnologias podem contribuir para o funcionamento inteligente das cidades.

Segundo Myriam, todos os cursos do IED são estruturados em torno de projetos e, portanto, em todos os módulos, o aluno terá a chance de aplicar os conceitos discutidos em projetos práticos desenvolvidos com a participação dos alunos, de um professor especialista na área e uma empresa ou instituição pública que entra como parceira. “Assim, conseguimos fazer com que os projetos tenham um nível de realidade muito maior”, afirma Myriam.

O curso conta ainda com um módulo internacional em Barcelona, cidade que se apresenta hoje como uma das principais referências mundiais em Smart City. Além das aulas que serão ministradas durante uma semana no IED Barcelona, serão realizadas visitas para conhecimento das estratégias Smart Cities que funcionam de fato, além de vivenciar a experiência urbana única que a cidade proporciona.

Embora o curso ocorra majoritariamente em São Paulo, além do módulo de Barcelona, haverá outro módulo no Rio de Janeiro, onde os alunos terão a oportunidade de comparar diferentes realidades urbanísticas e assim estarem mais preparado para trabalhar com cidades do futuro.

Para matrículas e mais informações do curso, como preço e carga horária, acesse:

Sobre o IED
O Istituto Europeo di Design – IED é uma rede internacional de formação e pesquisa em Design, Moda, Comunicação Visual e Gestão de disciplinas criativas. Desde sua inauguração, em 1966, o IED se apresenta como um centro de propostas fortemente inovadoras, com um modelo educacional pragmático e culturalmente rico.

Reunindo as melhores características das escolas profissionalizantes e da Academia, o Istituto é a realização de uma instituição modelo, apoiada na síntese do pensamento do seu fundador e atual presidente, Francesco Morelli: “Saber e saber fazer”.
Possui sedes atualmente na Itália – Milão, Como, Roma, Florença, Veneza, Turim e Cagliari; na Espanha – Madri e Barcelona; e no Brasil – São Paulo e Rio de Janeiro e, começando pela China, expande sua presença internacional com atenção especial aos países protagonistas da nova economia, continuando a ser um projeto cultural e empreendedor em constante transformação.
@iedsp


Fonte: Agência Lema

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Fortaleza/CE - Sustentabilidade - Instituto MRV lança Educar para Transformar – 3ª Chamada Pública de Projetos

Interessados têm até o dia 23 de fevereiro para inscrever projetos com foco em educação e sustentabilidade
O Instituto MRV, organização sem fins lucrativos fundada pela MRV Engenharia, lança o Educar para Transformar, sua terceira Chamada Pública de projetos, que irá apoiar quatro iniciativas sociais voltadas para educação e sustentabilidade. Os interessados devem fazer a inscrição entre os dias 1° e 23 de fevereiro por meio do site:
Esse é o terceiro ano consecutivo que o Instituto MRV realiza a chamada e desta vez tem como mote “Educação transformadora com foco no desenvolvimento sustentável”. Podem se inscrever instituições sem fins lucrativos com pelo menos um ano de existência e pessoas físicas, a partir de 18 anos, dos mais de 20 estados onde a MRV Engenharia atua. Para o diretor do Instituto MRV, Raphael Lafetá, o Educar para Transformar fomenta boas ideias de projetos sociais e potencializa ainda mais as atividades do Instituto MRV.” Acreditamos no poder transformador de projetos voltados para a educação e sustentabilidade. Os temas são as bandeiras que apostamos para o crescimento de uma sociedade mais justa e igualitária” destaca.
A avaliação dos projetos acontecerá de 26 de fevereiro a 9 de março e será realizada por uma comissão que levará em conta critérios como a realidade da comunidade, áreas de atuação do programa, potencial inovador, entre outras características. As iniciativas selecionadas serão disponibilizadas para votação popular a partir do dia 19 de março indo até o dia 23 do mesmo mês. Os quatro projetos mais votados pelo público serão apresentados no dia 27 de março e cada um deles receberá um aporte de R$ 80 mil.
Os responsáveis pelos projetos selecionados passarão por um treinamento entre os dias 17 e 19 de abril na sede da MRV Engenharia, em Belo Horizonte, que irá capacitá-los para desenvolver o projeto contemplado.
No ano passado, os projetos que receberam o apoio do Instituto MRV foram:
 O Projeto “Oportunidade para Brilhar” atua em Nova Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, contribuindo para a proteção de direitos das crianças e adolescentes expostas a vulnerabilidade social, por meio de atividades esportivas, realizadas fora do turno escolar.
O Projeto “Gaia+Educação” de Piracicaba, estado de São Paulo trabalha com educação complementar, possibilitando que os alunos atinjam o máximo de suas potencialidades por meio da educação e do esporte. 
O Projeto “Nadar para Desenvolver” do Rio de Janeiro promove a habilitação, reabilitação e a inclusão social e educacional de crianças e adolescentes com deficiência por meio de atividades aquáticas. 
Já o Projeto “Rede Solidária Natureza Viva” de Governador Valadares trabalha com Educação Ambiental nas escolas que propõe a organização de uma rede solidária de apoio à Associação de Catadores de Materiais Recicláveis Natureza Viva, com vistas à ampliação e melhoria da coleta seletiva na cidade.
Sobre o Instituto MRV
Fundado em 2014, o Instituto MRV é responsável pelo gerenciamento de projetos voltados para a educação e preservação ambiental em todo o Brasil. A instituição atua investindo em projetos e parcerias que podem auxiliar as comunidades onde atua, além de incentivar o voluntariado dos mais de 25 mil colaboradores da MRV Engenharia.
Fonte: VSM Comunicação

Fortaleza/CE - FIEC lança 14º Prêmio por Desempenho Ambiental

A Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), por meio do seu Núcleo de Meio Ambiente (Numa), lançará no dia 6/2 a 14ª edição do Prêmio FIEC por Desempenho Ambiental. O lançamento acontecerá durante a reunião da Diretoria Plena da FIEC na Casa da Indústria em Fortaleza. A premiação visa agraciar empresas industriais, filiadas aos sindicatos que integram o Sistema FIEC, que tenham se destacado na conservação do meio ambiente e implementado atividades que resultem na melhoria da qualidade ambiental. Podem participar empresas do setor industrial, classificadas em (a) micro e pequenas empresas, (b) médias empresas e (c) grandes empresas. Referente as modalidades de participação, os projetos inscritos contemplarão: Produção Mais Limpa; Reúso de Água; Educação Ambiental e Integração com a Sociedade.

As inscrições poderão ser feitas a partir do dia 6/2. Para mais informações clique AQUI.

O gerente do Núcleo de Meio Ambiente(NUMA), Renato Aragão, fala sobre o Prêmio e o início da abertura das inscrições no link a seguir:

Fonte: Gerência de Comunicações - Sistema FIEC

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Prefeitura de Fortaleza realiza Seminários e Oficina de revisão e atualização do Plano de Gestão Integrada da Orla


A Prefeitura de Fortaleza realiza, por meio da Secretaria Municipal de Urbanismo e Meio Ambiente (Seuma), os seminários e a oficina de revisão e atualização do Plano de Gestão Integrada da Orla do Município de Fortaleza (PGI). A programação acontece entre os dias 10 e 18 de janeiro. Dentre as temáticas abordadas teremos a apresentação do PGI de 2006, a fundamentação do Projeto Orla e da Gestão Costeira e Patrimonial.
Os eventos têm como objetivo promover o diagnóstico, a classificação, a delimitação da orla e estabelecer seus possíveis cenários e os perfis de interesse para o Município, por meio do reconhecimento das características naturais, dos tipos de uso e de ocupação existentes.
Os seminários seguem a metodologia do Manual de Gestão Projeto Orla, sendo uma das estratégias para montagem do Plano e inclusão da participação da sociedade.
Por meio de oficinas, reuniões, seminários, trabalhos de campo e articulações institucionais e sociais, serão construídos conjuntamente com a sociedade civil as caracterizações e diagnósticos das dinâmicas que estabelecem a paisagem atual da orla, com seus desafios e potenciais, traçando propostas de ações para o fortalecimento da gestão integrada.
O Projeto de Integração da Orla Marítima é uma ação promovida pelo Governo Federal, coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) e a Secretaria do Patrimônio da União (SPU), que tem por princípio básico empregar as diretrizes que preveem o disciplinamento de uso e ocupação da orla marítima.
Fortaleza está entre os 17 municípios pertencentes ao litoral cearense que aderiram ao Projeto Orla, possuindo seu plano já homologado pela Comissão Técnica Estadual. Isto permite a captação de recursos junto aos Ministérios da Integração Nacional e aos Ministérios do Meio Ambiente. 
As atividades desenvolvidas pelo Projeto Orla integram a revisão do Plano Diretor Participativo do Município de Fortaleza. Essa revisão terá como objetivo contemplar e considerar a nova cidade de Fortaleza, que surgiu nos últimos 10 anos, com toda a sua complexidade, desafios e potencialidades.

Programação dos Seminários e Oficina de revisão e atualização do Plano de Gestão Integrada da Orla

- 10/01 (quarta-feira)
Horário: 09 horas
Local: Cuca Barra
Endereço: Av. Leste-Oeste, 6417, Barra do Ceará

- 11/01 (quinta-feira)
Horário: 9h
Local: Praça dos Estressados
Endereço: Av. Beira-Mar, 3121, Meireles

- 16/01 (terça-feira)
Horário: 9h
Local: Colônia Z-8 de Pesca e Aquicultura de Fortaleza
Endereço: Av. César Cals, 130, Vicente Pinzon.

- 17/01 (quarta-feira)
Horário: 9h
Local: Escola Municipal Frei Tito de Alencar Lima
Endereço: Av. Dioguinho, 5927, Praia do Futuro II

- 18/01 (sexta-feira)
Horário: 9h
Local: Escola Municipal Professor Manuel Eduardo Pinheiro Campos
Endereço: Rua Miriú, 500, Sabiaguaba.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Seuma 

Sustentabilidade - Copagaz investe mais de R$ 5 milhões em ações ambientais e reduz emissões de CO2

A Copagaz, quinta maior distribuidora de GLP (popularmente conhecido como gás de cozinha) do país, apontou redução de 10,3% nas emissões de CO2 nos últimos cinco anos, como mostra seu Relatório de Sustentabilidade auditado pela BDO Auditores Independentes. Neste mesmo período, entre 2012 e 2016, houve também o investimento de mais de R$ 5,2 milhões de reais em projetos ambientais. “É verdade que tivemos um panorama bastante desafiador no Brasil, com um ambiente de negócios desfavorável a todos os setores da economia. Mesmo assim, mantivemos esforços e adotamos medidas assertivas para superar a crise e tornar nossa operação cada vez mais eficiente, segura e sustentável, não apenas sob o ponto de vista financeiro, mas principalmente social e ambientalmente responsável”, declara Ueze Zahran, presidente da Copagaz.

Outro fator positivo foi registrado no período, tendo a Copagaz, registrado, em 2016, o aumento do marketshare de 7,8% para 8,2% no segmento de distribuição de GLP no Brasil. De acordo com a empresa, isto comprova que adotar medidas benéficas ao meio ambiente auxilia no desenvolvimento de uma organização.

Como diretriz da companhia, a Copagaz tem como foco dar continuidade aos seus projetos, com acompanhamento constante de todas as áreas para garantir a eficiência de cada uma delas. Confira abaixo os resultados das ações ambientais obtidos nos últimos cinco anos.

Redução no consumo de energia elétrica

Nessas cinco décadas de acompanhamento, as 15 unidades de operação da Copagaz apresentaram redução no consumo de energia elétrica. Comparando o ano de 2012 com 2016, houve a redução de 13,23% no uso de energia elétrica nas filiais, sem qualquer alteração no processo produtivo. Isso representa a redução de 3.305,68 GJ*. Além disso, a conscientização dos colaboradores ajudou a empresa a economizar com ações simples, como apagar lâmpadas, desligar equipamentos elétricos e utilizar de maneira racional aparelhos como o ar condicionado.

*GJ é a sigla de unidade utilizada para quantificar o total da energia consumida durante um determinado período

Redução no consumo de água e reciclagem

Nesse mesmo período, a Copagaz também registrou a redução de 31% do consumo de água em todas as operações, o que representa uma economia de 20.970,30m³, mesmo com as novas expansões e melhorias em sua estrutura operacional, como a construção do gasoduto em Canoas (RS) e da nova filial em Ibirité (MG). Esse resultado se deu graças ao acompanhamento e continuidade nos projetos de conscientização de uso.
Houve também um aumento na quantidade de água reutilizada nas operações, que passou de 4% em 2012, para 36% em 2016. Além disso, ao longo dos cinco anos foi reaproveitado um total de 264,97m³ de água nas cabines de pintura. Seguindo essa mesma diretriz, o Programa Coleta Seletiva, reciclou mais de 1,2 toneladas de resíduos.

TI Verde

A empresa mantém uma parceria de compensação de CO2 com a Fundação SOS Mata Atlântica, por meio do Programa Floresta do Futuro, em que o plantio é rastreado e tem acompanhamento contínuo. A cada dez mil folhas impressas pela Copagaz, uma árvore é plantada. Iniciado em 2011, ao todo já foram plantadas 4.162 árvores. 

Roteirização de caminhões de autotanques

Desde 2012, o projeto de roteirização da frota própria e terceirizada de caminhões autotanques, apresentou a redução de 2% no total de emissões de gases de efeito estufa, o que representa 30 mil toneladas a menos de CO2. Além disso, graças ao novo sistema de roteirização de processo operacional, diminuiu a burocracia interna e agilizou o carregamento do caminhão, o que gerou uma economia de cerca de duas horas diárias a cada colaborador encarregado de fazer as entregas. O novo modelo de controle incrementou em 11,25% o volume de vendas e conseguiu ser mais eficiente sem precisar aumentar o número de veículos, pois permitiu que os clientes recebessem o gás com uma periodicidade definida e no momento desejado.

Aferição das frotas

Este processo realiza a aferição veicular das 15 filiais da empresa. Ao todo, foram realizadas 1693 aferições em cinco anos. Como resultado, a média de aprovação foi de 89% dos veículos.

Fonte: Virta Comunicação Corporativa 

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Brasília/DF - Brasil quer ser protagonista de uma nova maneira de se relacionar com a água

Cientistas, especialistas e líderes espirituais se reúnem em Brasília, em janeiro de 2018, para tratar do tema água sob visão ampliada e transdiciplinar

Desmatamento, redução dos níveis de chuva, desperdício de água, aumento exagerado do consumo hídrico. Diante da mais grave crise ambiental enfrentada pelo Brasil, o país tem a chance de ser o protagonista na criação de uma aliança global pela conservação e uso consciente da água no planeta. Esse é o objetivo do Águas pela Paz - II Seminário Nacional Água e Transdisciplinaridade, que será realizado em Brasília, no Museu Nacional da República, nos dias 11 e 12 de janeiro de 2018.
O seminário promove a discussão a respeito da sustentabilidade dos recursos hídricos do planeta, com participação de cientistas nacionais e internacionais, líderes espirituais, políticos, iniciativa privada, acadêmicos, artistas e sociedade civil.
O Águas pela Paz é um dos eventos preparatórios para o 8º Fórum Mundial da Água, que será realizado, pela primeira vez, no Hemisfério Sul, em março de 2018, também na Capital Federal. As inscrições são gratuitas e estão abertas no site do evento (aguaspelapaz.eco.br > Inscrições > Público).
As mesas de discussão reunirão palestrantes de áreas diversas para abordar o tema sob os aspectos científico, filosófico, artístico, simbólico e espiritual. A transdisciplinaridade no âmbito dos recursos hídricos também será explorada por meio de oficinas, práticas corporais e musicais. Além disso, os debates serão abertos para a participação do público.
O corpo técnico do evento contará com os cientistas Beverly Rubik, Ph.D. em Biofísica pela Universidade da Califórnia, e Harry Jabs, cientista e engenheiro do Institute for Frontier Science de Oakland, na Califórnia. No grupo de especialistas e ativistas estão Vera Catalão, professora e pesquisadora da Universidade de Brasília na área de Educação Ambiental e Ecologia Humana; André Lima, ambientalista, ativista e membro da Comissão de Sustentabilidade da OAB-DF; Moema Libera Viezzer, socióloga e consultora especializada em relações de gênero e meio ambiente; e Álvaro Tukano diretor do Memorial dos Povos Indígenas.
Para tratar da pauta espiritual, o evento contará com as presenças do mestre espiritual, líder humanitário e um dos idealizadores do seminário, Sri Prem Baba, que ministrará a palestra magna; Monge Sato, residente do Templo Shin Budista; Babalorisa Ogun Tòórikpe, fundador da comunidade religiosa Ilé Asé Opo Osogunlade; e Dom Leonardo Ulrich Steiner, bispo auxiliar de Brasília e secretário-geral da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil.
A iniciativa é uma realização do Movimento Awaken LOVE – criado por Sri Prem Baba – em conjunto com o Centro Internacional de Água e Transdiciplinaridade (CIRAT). É uma parceria com a UNESCO no Brasil e conta ainda com a participação do Instituto Espinhaço, da Universidade da Paz (UniPaz), da Universidade de Brasília (UnB) e da Secretaria de Meio Ambiente do Distrito Federal (SEMA/DF).
O Seminário tem o patrocínio da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), da Agência Nacional de Águas (ANA), da Fibra e de Furnas. Entre os apoiadores estão Ministério do Meio Ambiente, ONU Meio Ambiente, Frente Parlamentar Ambientalista da Câmara Legislativa do Distrito Federal, Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social do Distrito Federal, Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Programa Brasília Cidadã, Projeto Embaixada da Paz, Museu Nacional da República, Secretaria de Cultura do Governo do Distrito Federal, Secretaria Adjunta de Relações Institucionais e Sociais, Secretaria da Casa Civil, Relações Institucionais e Sociais, ambas do GDF - e TV Brasil.
Ao final do evento, o documento “Carta Águas pela Paz” será apresentado como contribuição ao 8º Fórum Mundial da Água e ao Fórum Alternativo Mundial da Água (FAMA 2018).
Fórum Mundial da Água - Em março de 2018, o Hemisfério Sul receberá, pela primeira vez, o encontro mundial, na Capital Federal, Brasília-DF, com expectativa de reunir cerca de 40 mil representantes de 170 países. O evento ocorre a cada três anos e já passou por Daegu, na Coreia do Sul (2015); Marselha, na França (2012); Istambul, na Turquia (2009); Cidade do México, no México (2006); Kyoto, no Japão (2003); Haia, na Holanda (2000); e Marrakesh, no Marrocos (1997).

SERVIÇO
Águas pela Paz - II Seminário Internacional Água e Transdiciplinaridade
Data: 11 e 12 de janeiro de 2018
Local: Museu Nacional da República (Setor Cultural Sul - Lote 2, Brasília-DF)
Inscrições: aguaspelapaz.eco.br
Informações: info@aguaspelapaz.eco.br
Entrada Franca


Fonte: Equipe Águas pela Paz