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quinta-feira, 26 de setembro de 2019

SP/RJ - Índice Mundial de Sustentabilidade Dow Jones contempla Grupo Generali pelo segundo ano consecutivo

A Generali, única seguradora italiana a fazer parte do Índice Mundial de Sustentabilidade Dow Jones, foi confirmada pelo segundo ano consecutivo na lista e incluída no Índice Europeu de Sustentabilidade Dow Jones, que reúne apenas os primeiros 20% da classificação de empresas líderes em termos de sustentabilidade na Europa.
O Índice Mundial de Sustentabilidade Dow Jones, lançado em 1999 como referência global de sustentabilidade, acompanha as principais empresas voltadas para a sustentabilidade, com base na análise financeira do RobecoSAM, fatores ambientais, sociais e de governança (ESG) relevantes e os DJI da S&P.
Esse importante reconhecimento é uma prova do compromisso do Grupo com a sustentabilidade mundial, que desempenha um papel fundamental para o crescimento da seguradora na estratégia Generali 2021.
Alguns exemplos de iniciativas do Grupo Generali nesse setor incluem:
  • compromisso de alocar € 4,5 bilhões até 2021 em investimentos verdes e sustentáveis;
  • aumentar o número de produtos com impactos sociais, sem ferir o meio ambiente;
  • Programa Responsabilidade do consumidor para atender às expectativas de sustentabilidade dos consumidores;
  • prêmio Enterprise para PMEs sustentáveis.
Além da Generali, outras 316 empresas compõem o movimento e a participação da seguradora se deve ao reconhecimento da sua capacidade em garantir o compromisso permanente com o desenvolvimento da sustentabilidade, da gestão responsável do negócio e engajamento de seus stakeholders.
“Ter a permanência da Generali no Índice Mundial de Sustentabilidade Dow Jones e a sua inclusão no Índice Europeu de Sustentabilidade Down Jones é a garantia de que estamos trabalhando e pensando de forma certa em um mundo mais sustentável”, comenta Philippe Donnet, CEO do Grupo Generali. “É através do reconhecimento dos nossos esforços em termos de Sustentabilidade que demonstramos a eficácia de nossa estratégia de longo prazo. Isso reflete a importância que damos aos valores atribuídos em nossa Carta de Compromisso de Sustentabilidade, presentes no dia a dia do nosso grupo”, finalizou.

Sobre o Grupo Generali
A Generali é um dos maiores grupos globais de gestão de ativos e seguros. Fundada em 1831, está presente em 50 países no mundo, com uma receita total de prêmios de mais de € 66 bilhões em 2018. Com quase 71.000 funcionários e 61 milhões de clientes, tem uma posição de liderança na Europa e presença crescente na Ásia e na América Latina. O Grupo Generali pretende ser o parceiro vitalício de seus clientes, oferecendo soluções inovadoras e personalizadas graças a uma inigualável rede de distribuição.

Fonte: Spin 

sexta-feira, 20 de setembro de 2019

São Paulo - Lorenzetti participa de campanha de coleta de eletroeletrônicos com participação dos colaboradores

Segundo dados da ONU, somente 3% dos insumos são descartados corretamente, o que pode gerar graves riscos de contaminação ao meio ambiente

Comemorado em 14 de outubro, o Dia Internacional do Lixo Eletrônico tem como objetivo reforçar a importância do descarte correto e reciclagem de produtos. Segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU), o Brasil é o segundo maior produtor de lixo eletrônico do continente americano e o sétimo no mundo, com 1,5 milhão de toneladas por ano. O levantamento aponta ainda que apenas 3% dos itens são descartados corretamente, gerando graves riscos de contaminação ao meio ambiente.

A Lorenzetti, empresa líder em duchas, chuveiros e aquecedores de água a gás, é comprometida com as melhores práticas de respeito ao meio ambiente e de apoio à sustentabilidade. Por isso, nesse ano, a empresa é uma das apoiadoras do International E-Waste Day 2019, com campanha voltada ao descarte adequado de eletroeletrônicos.

A ação ocorre em parceria com a Green Eletron, fundada pela Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), que atua como gestora de resíduos. A campanha prevê a coleta durante uma semana na sede da Lorenzetti, localizada na Mooca, além de contar com reforço de comunicação entre os colaboradores sobre a importância do descarte correto de eletroeletrônicos.

Após o encerramento da ação, todos os resíduos coletados serão encaminhados para as empresas recicladoras homologadas da Green Eletron para serem transformados em matéria-prima para a fabricação de novos produtos pela indústria.

Como descartar corretamente? Além da ação de incentivo promovida internamente pela Lorenzetti, todas as pessoas podem fazer o descarte de eletroeletrônicos da maneira correta. Para isso, basta levar o equipamento em desuso aos pontos de coleta da Green Eletron. Os endereços de entrega voluntária recebem notebooks, impressoras, tablets, celulares, acessórios de informática, câmeras, chuveiros, cabos, carregadores, entre outros itens.

“A Lorenzetti tem em seu DNA o compromisso com o meio ambiente, seja em processos internos ou no desenvolvimento de produtos economizadores. A Política Reversa é uma ação que beneficia toda a cadeia e entendemos que iniciativas como essa são essenciais para ampliar o conhecimento sustentável da população. O nosso objetivo é ampliar essas iniciativas, impactando nossos colaboradores, clientes e fornecedores”, conclui Paulo Galina, gerente de marketing da Lorenzetti.


Fonte: Press à Porter

quinta-feira, 19 de setembro de 2019

São Paulo - No Dia Mundial da Limpeza, Largo da Pólvora recebe nova ação de revitalização

Voluntários vão participar da atividade de limpeza como preparação para a chegada da primavera

O Largo da Pólvora, localizado na Liberdade, receberá mais uma ação de revitalização neste sábado (21). Voluntários e representantes das empresas que se prontificaram a cuidar do espaço, FECAP (Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado), Greenline LATAM e JCI Brasil - Japão, vão preparar o local para a chegada da primavera na próxima semana. A limpeza será feita das 09h30 às 11h30.

O dia 21 de setembro se torna ainda mais relevante devido à comemoração do Dia Mundial da Limpeza. As últimas atividades de revitalização do Largo contaram, também, com alunos do Ensino Médio Técnico em Meio Ambiente da FECAP. Houve, ainda, a Cerimônia de Doação e Soltura de Carpas de Raça, as chamadas Nishikigoi, em abril deste ano.

Revitalização do Largo da Pólvora
 
Desde junho do ano passado, foram realizadas diversas ações para a revitalização do Largo da Pólvora. Foi feita a aplicação de concreto nos lagos para preenchimento de fissuras existentes e uma pintura atóxica para garantir a saúde das carpas Koi.
 
Venha participar!
 
Serviço
 
Ação de limpeza do Largo da Pólvora | Dia Mundial da Limpeza
Data: 
21/09 | das 09h30 às 11h30
Local: Largo da Pólvora - Av. da Liberdade, 532 | Liberdade - São Paulo (SP)
 
Sobre a FECAP

A Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP) é referência nacional em educação na área de negócios desde 1902. A Instituição proporciona formação de alta qualidade em todos os seus cursos: Ensino Médio (técnico, pleno e bilíngue), Graduação, Pós-graduação, MBA, Mestrado, Extensão e cursos corporativos. Dentre os diversos indicadores de desempenho, comprova a qualidade superior de seus cursos com os resultados do ENADE (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes) e do IGC (Índice Geral de Cursos), no qual conquistou o primeiro lugar entre os Centros Universitários do Estado de São Paulo. Em âmbito nacional, considerando todos os tipos de Instituição de Ensino Superior do País, está entre as 5,7% IES cadastradas no MEC com nota máxima
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sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Paraná - Prati-Donaduzzi e Centralpack evitam a emissão de 7,8 mil toneladas de CO2 na atmosfera

Com o uso de energia incentivada, a farmacêutica Prati-Donaduzzi e a indústria de embalagens Centralpack, ambas com sede em Toledo no Paraná, deixaram de emitir mais de 7,8 mil toneladas de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera. O levantamento foi feito e divulgado pela Comerc Energia e Sinerconsult.

Segundo o estudo, caso as empresas utilizassem fontes convencionais, para neutralizar o causador do efeito estufa, seria necessário plantar 58.395 árvores em um projeto de reflorestamento com duração de 30 anos.

Somente a Prati-Donaduzzi, evitou a emissão de mais de sete mil toneladas de dióxido de carbono (CO2). Já a Centralpack, que integra o Grupo Prati-Donaduzzi, deixou de emitir 800 toneladas.

Entre as fontes renováveis utilizadas pelas empresas, estão: energia eólica (força dos ventos), solar (luz e do calor do Sol) e biomassa (matéria orgânica).

Energia Incentivada

A iniciativa chegou a receber certificado da Comerc Energia e Sinerconsult que adotam uma metodologia de cálculo desenvolvida nos Estados Unidos pelo World Resources Institute (WRI). O método utilizado pelas instituições segue a mesma linha utilizada por empresas, ONG’s e governos de todo o mundo.

O engenheiro eletricista da Prati-Donaduzzi, Renan Augusto Taborda, explicou que a farmacêutica é considerada consumidora livre e poderia escolher o fornecedor de eletricidade, mas opta pela energia incentivada.

Segundo o gerente de engenharia da farmacêutica, Fernando Zimmermann, atualmente 100% da energia utilizada na indústria de medicamentos e embalagens provem de fontes alternativas, a chamada energia limpa.

“As empresas do Grupo Prati-Donaduzzi tem grande preocupação com o meio ambiente. Receber esse certificado é sinônimo de orgulho, pois demonstra que estamos comprometidos não apenas com produção de medicamentos, mas também com a sustentabilidade do planeta”, disse Zimmermann.

De acordo com diretor da Centralpack, Victor Donaduzzi, um dos pilares da corporação é o compromisso e o respeito com o meio ambiente. “No mundo globalizado é importante pensarmos nas questões ambientais. Se cada empresa fizer a sua parte daremos cada vez mais um passo para o futuro e, consequentemente, para as próximas gerações”, completou Donaduzzi.

A Centralpack, indústria de embalagens que integra o Grupo Prati-Donaduzzi, também faz o uso de energia incentivada. Nos três últimos anos a empresa reduziu mais de 800 toneladas de dióxido de carbono o que equivale a 5.987 árvores em um projeto de reflorestamento com duração de 30 anos.

SOBRE A PRATI-DONADUZZI

A Prati-Donaduzzi, indústria farmacêutica 100% nacional, é especializada no desenvolvimento e produção de medicamentos genéricos. Com sede em Toledo, oeste do Paraná, produz, aproximadamente 11,5 bilhões de doses terapêuticas por ano e gera aproximadamente 4,3 mil empregos. É considerada a maior produtora de medicamentos genéricos do Brasil* e pretende incrementar em 15% seu faturamento e capacidade produtiva em 2019.

*IQVIA MAT JUL/2019 PMB + NRC Doses Terapêuticas


Fonte: Race Comunicação

São Paulo - Abeaço reuniu autoridades em logística reversa para estimular reciclagem de embalagens

Evento realizado na FIESP debateu as soluções para que fabricantes de produtos, embalagens, varejo e consumidor final assumam a responsabilidade compartilhada pelo correto descarte de resíduos sólidos
O Brasil gera cerca 78,4 milhões de toneladas de resíduos sólidos por ano e 70% dos municípios têm algum tipo de coleta coletiva. No entanto, os serviços públicos de limpeza não conseguem abranger nem metade do lixo produzido. O resultado do descarte incorreto de produtos que têm potencial de reciclagem gera danos ao meio ambiente e à saúde humana. Na última quarta-feira, 11 de setembro, a Associação Brasileira de Embalagens de Aço (Abeaço) reuniu na Federação das Indústrias de São Paulo (FIESP) autoridades públicas e privadas para discutir, junto com o público, soluções capazes de reduzir os resíduos gerados por embalagens, enquadrando o setor nas exigências da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).
A presidente da Abeaço, Thais Fagury, apresentou o case da Prolata, associação que tem como foco a correta destinação de latas de aço para reciclagem. A Prolata foi a primeira entidade gestora para logística reversa de embalagens reconhecido pelo Ministério do Meio Ambiente. Além de contar com mais de 30 Pontos de Entrega Voluntária (PEVs) em todo o País, a Prolata mobiliza hoje mais de 50 cooperativas de reciclagem. Desde a fundação da associação, já foram coletadas e recicladas mais de 28 mil toneladas de aço.
“Nosso objetivo é criar condições para que a cadeia de reciclagem da lata de aço se complete, envolvendo os fabricantes de latas, fabricantes de produtos, cooperativas, consumidor final e indústria siderúrgica”, explica Thais. Hoje 100% das embalagens coletadas pela Prolata são recicladas por uma única siderúrgica parceira. “Mas estamos buscando mais parcerias na indústria siderúrgica”, diz a executiva.
Modelo baseado no compartilhamento de responsabilidade
O modelo de reciclagem instituído pela Prolata foi inspirado no case da Suécia, país bem-sucedido não apenas em seus índices de reciclagem, que chegam a 82%, no caso das latas de aço, mas também no modelo instituído, que gera eficiência e prevê o compartilhamento de responsabilidade entre todos os elos da cadeia. O presidente do Conselho de Inovação e Competitividade da Fiesp, Antônio Teixeira, destacou que o modelo de reciclagem que a Prolata está adotando no Brasil foi estabelecido após um rigoroso trabalho de benchmark em países europeus.
Embora a Alemanha, por exemplo, recicle 96% das latas pós-consumo, o modelo adotado é baseado em um padrão de logística reversa extremamente caro, pois as embalagens são entregues à coleta em um único saco de lixo, geralmente de cor amarela. Já na Suécia estabeleceu-se um sistema em que a cadeia de produção tem que criar condições para que o consumidor deposite suas embalagens voluntariamente, já separando-as por categoria, o que dá eficiência ao sistema e reduz o custo.
“Com este modelo, a Abeaço e a Prolata saíram na frente. Mas nada será possível se não motivarmos o consumidor a colaborar”, destacou o presidente do Sindicato Nacional da Indústria de Estamparia e Metais (Siniem), Rogério Marins. Ele lembra que alguns mercados no país, migraram da lata de aço para a embalagem plástica apenas visando o custo. “Muitas vezes vemos o consumidor levando para casa um produto embalado em algo que não é reciclável por causa de alguns centavos de diferença. Em algum momento as pessoas vão ter que entender que é uma economia que vai gerar custos para toda a sociedade. Se nossa geração não compreender isso, talvez a dos nossos filhos entenda”, afirmou Marins.
Embalagens: um item essencial à vida
O ponto da discussão em torno da logística reversa de embalagens deve ser o grau de reciclabilidade e o fim que se dá a elas. O designer Fábio Mestriner, um dos maiores especialistas em embalagens do país, ressaltou que embalagem é vista como uma vilã do meio ambiente, mas é o que permite que todos os itens essenciais à vida cheguem em segurança aos consumidores.
“Gosto de lembrar para que serve a embalagem: ela existe para atender às necessidades e anseios da sociedade. Conforme a sociedade vai evoluindo, a embalagem vai evoluindo também”. Como exemplos, Mestriner ressaltou que cerca 86% dos alimentos consumidos no Brasil são embalados. Cerca de 70% do que o brasileiro bebe, como leite (20%) e água mineral (30%), também chegam às casas dos consumidores embalados.
“As funções básicas da embalagem são conter, proteger e transportar. A primeira embalagem de que se tem notícia surgiu na Pérsia, 12 mil atrás, como um vaso para a estocagem de alimentos, o que permitiu que as famílias deixassem de ser nômades e iniciassem a revolução agrícola. São as embalagens também que permitem o modelo atual de abastecimento de alimentos e produtos de higiene e limpeza para milhões de pessoas, com melhores custos: o supermercado do tipo pegue e pague.”
José Eduardo Ismael Lutti, procurador do Ministério Público do Estado de São Paulo e vice-presidente da Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente (Abrampa), lembrou que, embora a PNRS tenha sido instituída em 2010, a responsabilidade sócio-ambiental das empresas já está consolidada na Constituição de 1988. “Pela Constituição brasileira, a atividade econômica não pode ter como única finalidade o lucro. Hoje quem fabrica um produto é também responsável pela embalagem. Essa responsabilidade compartilhada cabe principalmente aos fabricantes, distribuidores e importadores”, afirmou.
Lutti ressaltou que, atualmente, cerca de 40% do lixo depositado em aterros sanitários é representado por embalagens coletadas pelo serviço público de limpeza, que é custeado pelos contribuintes. “Não é justo que esta conta seja da sociedade, pois isso está sendo pago por todos os cidadãos, independentemente de terem consumido ou não esse produto”, ressaltou, acrescentando que os fundamentos da ecoeficiência são: uso sustentável de recursos naturais, redução, reutilização e reciclagem de materiais, formas alternativas de geração de energia, disseminação interna e externa de uma consciência ambiental e práticas de eficiência ambiental em conjunto com a economia financeira.
O exemplo da Baixada Santista
A promotora de Atuação Especial do Meio Ambiente (GAEMA) do Ministério Público de São Paulo, Almachia Zwarg, ressaltou que o Termo de Cooperação Ambiental assinado com a Prolata foi o primeiro do Estado de São Paulo. O Termo, que teve como foco o recolhimento e o encaminhamento à reciclagem de latas de tinta, abrange os nove municípios da Baixada Santista, sendo que já foram implantados nove PEVs nos municípios de Santos, Guarujá, São Vicente e Itanhaém.
“Muitas vezes o Ministério Público é visto como uma entidade que gosta de litígios. Mas esta não é a realidade. Na Baixada Santista evitamos o litígio e fazemos de tudo para entrar em entendimento com as empresas. Não somos defensores extremistas do meio ambiente, mas entendemos que sem ele não há vida. As empresas hoje são sim responsáveis pelo que fabricam”, disse a promotora, elogiando iniciativas como a da Prolata, que entregam resultados efetivos e contam com a colaboração de fabricantes de tintas e redes de varejo.
O evento contou também com a presença da especialista Sarah Pianowski, engenheira ambiental da Secretaria de Meio Ambiente do Estado do Ceará, que apresentou os desafios e avanços do estado no sistema de logística reversa; e com Lia Helena Demangi, gerente da Divisão de Logística Reversa da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), que apresentou a sistemática de licenciamento ambiental para as empresas implementadas no Estado de São Paulo, que já leva em conta o enquadramento nos requisitos na PNRS.
Sobre a Abeaço
Fundada em maio de 2003, a Associação Brasileira de Embalagem de Aço (Abeaço) foi criada com o objetivo de fortalecer a imagem da embalagem de aço, além de dar suporte técnico e mercadológico aos seus fabricantes. Sem fins lucrativos, a entidade investe e apoia iniciativas de gestão ambiental, sobretudo quando associadas a finalidade social, e  aproxima os interesses de toda a cadeia produtiva. A instituição soma esforços para fomentar pesquisas, desenvolver campanhas de esclarecimento, participar de eventos e divulgar as características das latas de aço. Hoje, a Associação reúne empresas do setor interagindo intensamente com entidades empresariais, fabricantes de embalagens, organizações ambientalistas e o governo. Saiba mais sobre a Abeaço acessando o site www.abeaco.org.br.
Fonte: Press à Porter

Belo Horizonte - Feira na Rosenbaum desembarca em BH em curta temporada

Grande Hotel Ronaldo Fraga recebe até este sábado(14/09), a Feira na Rosenbaum, um encontro que reúne artistas e designers independentes para apresentar ao público criações autorais e com identidade essencialmente brasileira.

Criada em São Paulo, há 7 anos, quando a efervescência de bazares urbanos e feiras de design ainda nem existiam em São Paulo, a Feira na Rosenbaum, é precursora neste movimento de apresentar marcas autorais de design para o público. Com curadoria de Cris Rosenbaum, a  feira recebe desde comunidades criativas tradicionais do Brasil a artistas e designers contemporâneos. Tudo isso em uma atmosfera de casa aberta, com música, sons, cheiros e cenários.
Esta é a 3ª vez que a Feira da Rosenbaum desembarca na capital mineira. Para esta edição, a curadoria convocou 35 marcas das áreas, que apresentam um mix variado de produtos, incluindo itens de cama, mesa, banho, joias e bijoux, objetos, aromas, papelaria, adornos, moda e acessórios diversos. A proposta da curadoria é selecionar marcas/designers que consigam traduzir a alma e a essência brasileira em produtos.
"A Feira nasceu da vontade de reunir marcas independentes em um momento em que existiam poucos espaços para que elas se apresentassem ao público. Existem muitos artistas, designers e artesãos criando e traduzindo a cultura e a alma do Brasil. Poder apresentá-los e reuní-los para um público cada vez maior é o propósito principal do nosso trabalho. Usar o design para expor a alma brasileira”, conta Cris Rosenbaum, curadora de design e organizadora da Feira.
Expositores Feira na Rosenbaum - edição Grande Hotel Ronaldo Fraga
Jóias/Bijoux
1 Áurea Sacilotto
2 Jana Favoreto
3 Lívia Velludo
4 Paula Marques
5 Adore Handcraft
6 Camila Sarpi
7 Marisa portela
8 Camila Romero
9 Claudia Savelli

Madeira
10 O Designer Artesão
11 Casa Na Árvore
12 Alma Design

Objetos
13 Paola Muller
14 Renata McCartney
15 Suka Braga
16 Arte Tribal

Mesa
17 Estúdio Avelós
18 Estúdio Veste
19 O Belo no Papel
20 êmê

Cerâmica
21 Mi Molinari
22 Pamelitas
23 Greghi Design
24 Thais Mor

Moda/Acessórios
25 Estúdio Lenha
26 Varal
27 Naai
28 Adue
29 Zsolt quer ficar em L
30 De Araque
31 Ollivia Shibori

Aromas
32 Oléa
33 Pavio de Vela
34 Saboaria Brasil

Diversos
35 Schizzibooks
Um pouco mais sobre a Feira na Rosenbaum
Durante os 7 anos, já são mais de 30 edições criadas e muitos encontros. Marcas como Heloisa Galvão, Lola Müller, Greghi Design e Nina Lima - que já estavam juntas desde a primeira edição da Feira na Rosenbaum - cresceram, e novas marcas de jovens artistas e designers se somaram ao grupo de parceiros da iniciativa.
A Feira foi ganhadora da primeira edição do Prêmio MUDA, criado pela Casa Vogue / Vogue / Revista Glamour em parceria com o Sistema B, na categoria Gente (Pequenas Empresas). O Prêmio foi conquistado pelas ações da Feira na criação e fortalecimento de uma rede de criativos brasileiros composta por designers e artesãos e a valorização de seus saberes. Ações em parceria com o Instituto Kabu e Origens Brasil levam para a Feira na Rosenbaum os trabalhos de diversas comunidades indígenas brasileiras através de projetos sérios e responsáveis. Desde 2018 a Feira também está atenta a destinar corretamente seus resíduos, trabalhando junto com a empresa social Comida Invísivel pelos selos Metano Zero e Lixo Zero em suas edições.
Sobre Cristiane Rosenbaum
Cristiane Miranda Rosenbaum estudava direito quando teve os primeiros contatos com a moda trabalhando em lojas como Fórum, Zoomp e Carmin. Trancou a faculdade e começou a estudar moda, passando pela primeira turma de moda do SENAC e depois pela Saint Martin – University of the Arts London. De volta ao Brasil passou a trabalhar como assistente de estilo na marca Huis Clos. Como estilista e coordenadora de estilo colaborou com marcas como Atitude, Side Walk, Siberian, Arezzo e Naka. Em 2003 montou, junto da sócia Tatyana Takasse, a marca de roupas infantis Santa Paciência. Em 2012 organizou a primeira Feira no escritório de design Rosenbaum com 100% da renda revertida para o projeto A Gente Transforma, criado pelo designer Marcelo Rosenbaum. A Feira seguiu um caminho por esses 5 anos de história guiada pelo olhar da Cris, que foi organicamente encontrando a identidade e o lugar onde a Feira deveria estar. Hoje, Cris continua se dedicando a produzir a fazer a curadoria de expositores da Feira na Rosenbaum

Feira na Rosenbaum - edição Grande Hotel Ronaldo Fraga
Até 14/09 - sábado
Rua Ceará, 1205 - Funcionários
Horários de visitação: de segunda a sexta, de 10h às 20h e sábado das 10h às 18h
Entrada Franca
Informações: (31)2555-4056 ou pelo site www.feiranarosenbaum.com.br

Fonte: A Dupla Informação 

Fortaleza - Padaria Romana promove campanha de sustentabilidade para clientes e funcionários

Durante todo o mês de setembro, a Padaria Romana Delicatessen, da Avenida 13 de Maio do Bairro de Fátima em Fortaleza, está trabalhando com a visão voltada para a sustentabilidade. Palestras, treinamentos e campanha na loja vão mobilizar clientes e colaboradores. 

Para os clientes, foi lançada a Campanha "Plante Essa Ideia". Troque a embalagem de plásticos dos produtos adquiridos na Padaria pelo papel e receba uma moeda sustentável Romana na forma de Folha. Essa moeda tem valor real na Loja da  Avenida 13 de Maio.

Como participar: na hora da compra troque embalagem de plástico dos bolos; troque a embalagem de isopor dos frios; ou traga sua sacola retornável ou mesmo compre a sacola na loja.

"Venha conhecer nossa campanha e fazer parte. Ajude a você  e ao Meio Ambiente. Assim semearemos um Mundo Melhor", convida Marina de Castro Braga, gerente de atendimento da Padaria Romana. Conforme a gestora, novas ações virão por ai movimentando também o Bairro de Fátima.

Mais informações: (85) 3433-8951 ou 8952.

Fonte: jornalista Marcellus Rocha